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O amado hot dog no Brasil e no mundo

O amado hot dog no Brasil e no mundo

Conheça a origem desse sanduíche famoso em todo o planeta e as diferentes versões inventadas pelos brasileiros

Como toda paixão nacional, até o cachorro-quente tem um dia nacional só pra ele: 9 de setembro. A data ainda não é feriado, mas está liberado celebrá-la com a sua versão favorita desse clássico!

De Frankfurt para os Estados Unidos

O lanche foi inventado em Frankfurt, na Alemanha, há mais de 150 anos, por um cozinheiro que tinha um cachorro da raça dachshund – aquele que a gente chama de salsicha. Atravessando o oceano, a receita chegou aos Estados Unidos em 1880 e virou sensação nos estádios de jogos de beisebol.

Reza a lenda que, quando um ambulante anunciou “Get your hot dachshund!” (“comprem seus dachshund quentes!”), a pronúncia acabou sendo repetida pelos estadunidenses como “hot dog”. Teria sido assim, então, decretado o nome de um dos sanduíches mais famosos do mundo.

Chegamos ao Brasil! O cachorro-quente começou a ser vendido primeiro no Rio de Janeiro, em cinemas do empresário Francisco Serrado, idealizador da Cinelândia, em 1926. É claro que os brasileiros já gostaram de cara da novidade, mas foi o boom da cultura estadunidense durante a 2º Guerra Mundial que fez o hot dog virar sensação no país inteiro.

Cada cidade, uma receita

O lado divertido do cachorro-quente é que ele é democrático e parece combinar com a inclusão de qualquer ingrediente. E brasileiro é um povo inventivo, não é mesmo? A depender da cidade, o hot dog basiquinho – aquele de pão, salsicha, ketchup e mostarda – ganha novas combinações. Dá para colocar batata palha, purê de batata, vinagrete, maionese, ervilha, bacon…

Na região Sul do Brasil a influência alemã fala alto. Isso não significa que um hot dog de Blumenau seja igual ao original de Frankfurt, mas a receita sulista lembra muito versões atuais da Alemanha, famosas pela inclusão de chucrute e de mostarda escura.

No Nordeste, além da salsicha, o lanche é fartamente incrementado com carne moída e ovos de codorna, muitas vezes exibindo queijo coalho ralado por cima e purê de abóbora. O preparo tem certa semelhança com o da região Norte – em Belém, a carne moída dá as caras junto com tucupi, jambu e castanha-do-Pará; já em Manaus, o “kikão” pode ter molho de tomate, batata palha, maionese, tucumã, queijo coalho, lascas de coco e até banana frita!

A moda do dog prensado é comum em capitais do Centro-Oeste, como Brasília e Cuiabá. Os ingredientes podem variar de frango desfiado a muçarela derretida, batata palha e pasta de alho.

No Rio de Janeiro, o cachorro-quente carioca também foge bastante do tradicional – há quem ame e quem odeie. Ovo de codorna, vinagrete, parmesão, uva-passa, azeitona, maionese e batata palha são os principais ingredientes que dão as caras na versão carioca, sem discriminação!

Outra versão caprichada pode ser saboreada em Campinas, no interior do estado de São Paulo: o cachorro-quente tem milho, catupiry, purê e frango desfiado. Por lá, faz sucesso ainda o hot dog gratinado, que vem em uma forminha e pode incluir calabresa, bacon e pernil.

Por último, chegamos ao “dogão”, o hot dog paulistano que não pode faltar nas festas juninas. Com milho, ervilha, batata palha e o polêmico purê de batata, o sanduba é sempre finalizado com uma dose essencial e bem exagerada de ketchup e mostarda.

E aí, já escolheu o seu preferido? Seja qual for a procedência, aproveite o Dia do Cachorro-Quente para saborear um lanche só seu – e não se esqueça dos molhos de Mostarda e Ketchup da Kenko para dar uma turbinada especial no sabor!

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